Capitulo 11
No quarto, amplo com poucos móveis, Heloisa, troca de roupa vestindo uma camisola barata de algodão, se olha num grande espelho, levanta suavemente a roupa admirando as próprias pernas, resolve se deitar dando um muxoxo. Deitada, fica com ar pensativo lembrando de Agamenon.
“Esse homem pode ser estranho, mas, me deixa louca!”.
Excitada, com a imagem do homem em sua cabeça, Heloisa começa a se acariciar de olhos fechados, os lábios ressecam e seu corpo inteiro parece possuído de um desejo incontrolável.
“Diabo! Sou uma mulher adulta, já fui casada, e não tenho muito o que perder!”.
Levanta rapidamente, joga um roupão atoalhado sobre o corpo, calça um chinelo, passa a escova nos cabelos, pega um perfume sobre a cômoda ao lado da cama, abre apressada, umedece as pontas dos dedos e passa no pescoço junto das orelhas. Depois de tampar novamente o frasco, sai com cuidado do quarto, fecha a porta e observa que a luz da cozinha está acesa, sai para a portaria pisando com cuidado e fecha a porta com expressão de ansiedade e medo observando o empregado do hotel cochilando com a cabeça apoiada sobre o balcão. Sobe apressada as escadas que levam até o segundo andar. Bate na porta do 204 e fica aguardando olhando para os lados.
- Oi...! Desculpe incomoda-lo. Estava dormindo?
Agamenon fica sem entender o que Heloisa está fazendo parada diante da porta do seu quarto vestida com roupa de dormir. A moça aproveita a indecisão do médico e suavemente empurra a porta e entra fechando-a as suas costas. Os dois se olham com ternura, ela avança para ele que faz uma expressão de duvida. Ela acaricia o rosto dele e o beija com carinho em seguida deixa o roupão cair a seus pés, tira a camisola se oferece despida com outro beijo, com todo o fogo eu está corroendo seu peito de fêmea. Acostumada com aqueles quartos, apaga a luz do quarto com uma das mãos sem nem olhar, empurra Agamenon até a cama onde uma lâmpada de cabeceira está acesa, sobre uma pequena prateleira logo abaixo da janela.
No quarto, amplo com poucos móveis, Heloisa, troca de roupa vestindo uma camisola barata de algodão, se olha num grande espelho, levanta suavemente a roupa admirando as próprias pernas, resolve se deitar dando um muxoxo. Deitada, fica com ar pensativo lembrando de Agamenon.
“Esse homem pode ser estranho, mas, me deixa louca!”.
Excitada, com a imagem do homem em sua cabeça, Heloisa começa a se acariciar de olhos fechados, os lábios ressecam e seu corpo inteiro parece possuído de um desejo incontrolável.
“Diabo! Sou uma mulher adulta, já fui casada, e não tenho muito o que perder!”.
Levanta rapidamente, joga um roupão atoalhado sobre o corpo, calça um chinelo, passa a escova nos cabelos, pega um perfume sobre a cômoda ao lado da cama, abre apressada, umedece as pontas dos dedos e passa no pescoço junto das orelhas. Depois de tampar novamente o frasco, sai com cuidado do quarto, fecha a porta e observa que a luz da cozinha está acesa, sai para a portaria pisando com cuidado e fecha a porta com expressão de ansiedade e medo observando o empregado do hotel cochilando com a cabeça apoiada sobre o balcão. Sobe apressada as escadas que levam até o segundo andar. Bate na porta do 204 e fica aguardando olhando para os lados.
- Oi...! Desculpe incomoda-lo. Estava dormindo?
Agamenon fica sem entender o que Heloisa está fazendo parada diante da porta do seu quarto vestida com roupa de dormir. A moça aproveita a indecisão do médico e suavemente empurra a porta e entra fechando-a as suas costas. Os dois se olham com ternura, ela avança para ele que faz uma expressão de duvida. Ela acaricia o rosto dele e o beija com carinho em seguida deixa o roupão cair a seus pés, tira a camisola se oferece despida com outro beijo, com todo o fogo eu está corroendo seu peito de fêmea. Acostumada com aqueles quartos, apaga a luz do quarto com uma das mãos sem nem olhar, empurra Agamenon até a cama onde uma lâmpada de cabeceira está acesa, sobre uma pequena prateleira logo abaixo da janela.
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